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Catalog / sachamoser / texto
Public GitHub Catalog Discovered Sep 29, 2026

sachamoser / texto

Um velho lavrador, perdera sua familia para Santienne e quando soube que devorou um imortal nao teve escolha e decidiu fazer um pacto de sangue comigo para eu tentar resolver.Porem, muitos milenios se passaram até que esse senhor pudesse me contratar, pois precisava ter uma certa quantidade de tempo para que eu pudesse descer ao mundo dos vivos e o contrato sanguineo tinha que ser muito forte.A lamentação do homem foi tanta que o pacto foi feito. O legado do ceifero era muito conhecido por minha pessoa, um dos melhores casos que eu vira em toda a minha vida imortal, ele somente devorou o sobrevivente para ter a coleção que ele tanto admirava dos cranios e a alcunha de um dos piores assassinios da regiao. Em um final de tarde, logo apos eu ter visitado o lavrador Goltenn, avisei-lhe que depois que eu terminasse o meu serviço teria que levar a alma dos dois junto comigo para o cemiterio.O velho lavrador, nao tinha mais muito tempo de vida quando me contratou, mesmo tendo esse pouco tempo restante ele decidiu me seguir para depois ter o seu descanso eterno .Naquele dia fui sobrevoando o ceu em minha nuvem de poeira para chegar até o mar dos mortos.Porem, antes eu tinha que montar uma armadilha para que o ceifero pudesse vir até meu dominio.Preparei uma das minhas marionettes com fisionomia humana para atrair sua atenção.Alguns dias se passarao e nada do ceifeiro morder a isca.Eu estava ficando cansado de tanta espera quando finalmente avistei o ceifero tentando decepar o cranio da minha marionette.Quando ele me avistou tentei impor toda a minha autoridade em cima dele e explicar o porque eu estava ali.As minhas roupas escuras começaram a vibrar de ansiedade e a fazer sintonia com os cranios dos meus ceifeiros decepados por ele. A qyen devo essa visita, quando ele percebeu que o clima tinha mudado de sintonia.-Vim levar a sua alma imortal meu garoto para que ela tenha seu merecido descanso em meu cemiterio.O jovem mordeu seus labios sedendendos de sangue e disse. Voce nao podera me levar, eu devorei um imortal desse mar e todos aqueles que ja tentaram me levar para algum descanso eu dei um fim tambem.Nesse momento ele me mostrou seu cinturão de cranios, aquilo nao me surpreendeu, pois, para ele conseguir tal fama ele teve que matar diveros coveiros para manter a sua dignidade.Dessa maneira, fui chamado em um ultimo suspiro, pois meus colegas nao tinham conseguido finalizar direito esse serviço.Eu definitivamente queria esse caso, porem, como voces ja sabem precisei esperar um anciao cuja vitalidade estivesse no fim para poder descer a esse plano;eu só era chamado em casos especiais.Esse tempo levou aproximadamente algumas decadas, ate que esse mortal aparecesse e eu pudesse descer.O jovem imortal,conhecia todos aqueles procedimentos, e começou a rir quando viu minha foice e meu manto escuro.Ele ironicamente disse: Quem tinha feito o pacto consanguineo comigo.Eu ja esperava tal reação. senao ele nao teria conseguido toda essa fama e argumentei contra. -Voce vira comigo por bem ou por mal, caso contrario terei que o levar a força.O ceifero abriu um sorriso e disse melancolicamente. Eu nao irei, voce nao tem essa autoridade sob mim.Caso insista, terei seu cranio em minha coleção particular.Voce é igual a todos os demais coveiros que tentaram por um fim ao meu legado.Ele achava que aquilo era um legado, eu ria por dentro. Voces coveiros nao passam de vermes incapazes perto de minha imortalidade, e quando eu consigo matar um coveiro eu me torno mais forte e imortal. Pobre alma incapaz, disse lastimamente.Acho que voce nao deve saber quem eu sou, eu que enviei esses coveiros para tentar por um fim a isso que voce chama de legado.Porem, nao consegui.Nao pude descer até agora, pois voce sabe preciso de um contrato forte , muito mais forte que os meus servos precisaram para descer aqui.O vigor dessa alma fez com que o pacto sanguineo fizesse efeito e ca estou eu para terminar esse seu "legado", imortal imbecil, voces imortais recem-criados nao sabem lidar com sua imortalidade e começam a matar o proximo sem o seu tempo e fim tivessem chego.

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#15497703GitHub System ID
sachamoserOrganization / User
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sachamoser/complicado

O mar dos mortos Contos de um coveiro sem rumo Certa vez em uma caminhada me deparei com um antigo mar onde ja fora visitado pelos encarnados.Nesse belo mar um antigo vilarejo fora muito popular em tempos distantes guarda uma lenda a qual irei lhes contar hoje sobre o cheiro salgado do mar uma das tragedias de um dos moradores a quem tem a minha admiração.Este morador, é um dos mais antigos do meu cemiterio abandonado pelo frio e angustia dos seres viventes. Ao lonho de muitos milenios Santienne foi um guerreiro que fora desvirtuado e que colecionava os cranios de seus inimigos mortos em batalha, o apelido que recebera era o ceifero de ossos; esse nome arrepiava os ultimos sobreviventes daquele pequeno vilarejo.O ceifeiro sempre foi um mercenario que depois de ser desvirtuado por uma guerra para manter seus status decidiu vender seus afazeres aos grandes latifundiarios da regiao que possuiam diversos inimigos e nao podiam mata-los, pois ficariam mal para eles.Para se manter naquele cargo sem ter que morrer, Santienne decidi ir ao lago dos mortos(onde estou lhes contando o conto) para matar e devorar o unico sobrevivente imortal daquele mar. Um velho lavrador, perdera sua familia para Santienne e quando soube que devorou um imortal nao teve escolha e decidiu fazer um pacto de sangue comigo para eu tentar resolver.Porem, muitos milenios se passaram até que esse senhor pudesse me contratar, pois precisava ter uma certa quantidade de tempo para que eu pudesse descer ao mundo dos vivos e o contrato sanguineo tinha que ser muito forte.A lamentação do homem foi tanta que o pacto foi feito. O legado do ceifero era muito conhecido por minha pessoa, um dos melhores casos que eu vira em toda a minha vida imortal, ele somente devorou o sobrevivente para ter a coleção que ele tanto admirava dos cranios e a alcunha de um dos piores assassinios da regiao. Em um final de tarde, logo apos eu ter visitado o lavrador Goltenn, avisei-lhe que depois que eu terminasse o meu serviço teria que levar a alma dos dois junto comigo para o cemiterio.O velho lavrador, nao tinha mais muito tempo de vida quando me contratou, mesmo tendo esse pouco tempo restante ele decidiu me seguir para depois ter o seu descanso eterno .Naquele dia fui sobrevoando o ceu em minha nuvem de poeira para chegar até o mar dos mortos.Porem, antes eu tinha que montar uma armadilha para que o ceifero pudesse vir até meu dominio.Preparei uma das minhas marionettes com fisionomia humana para atrair sua atenção.Alguns dias se passarao e nada do ceifeiro morder a isca.Eu estava ficando cansado de tanta espera quando finalmente avistei o ceifero tentando decepar o cranio da minha marionette.Quando ele me avistou tentei impor toda a minha autoridade em cima dele e explicar o porque eu estava ali.As minhas roupas escuras começaram a vibrar de ansiedade e a fazer sintonia com os cranios dos meus ceifeiros decepados por ele. A qyen devo essa visita, quando ele percebeu que o clima tinha mudado de sintonia.-Vim levar a sua alma imortal meu garoto para que ela tenha seu merecido descanso em meu cemiterio.O jovem mordeu seus labios sedendendos de sangue e disse. Voce nao podera me levar, eu devorei um imortal desse mar e todos aqueles que ja tentaram me levar para algum descanso eu dei um fim tambem.Nesse momento ele me mostrou seu cinturão de cranios, aquilo nao me surpreendeu, pois, para ele conseguir tal fama ele teve que matar diveros coveiros para manter a sua dignidade.Dessa maneira, fui chamado em um ultimo suspiro, pois meus colegas nao tinham conseguido finalizar direito esse serviço.Eu definitivamente queria esse caso, porem, como voces ja sabem precisei esperar um anciao cuja vitalidade estivesse no fim para poder descer a esse plano;eu só era chamado em casos especiais.Esse tempo levou aproximadamente algumas decadas, ate que esse mortal aparecesse e eu pudesse descer.O jovem imortal,conhecia todos aqueles procedimentos, e começou a rir quando viu minha foice e meu manto escuro.Ele ironicamente disse: Quem tinha feito o pacto consanguineo comigo.Eu ja esperava tal reação. senao ele nao teria conseguido toda essa fama e argumentei contra. -Voce vira comigo por bem ou por mal, caso contrario terei que o levar a força.O ceifero abriu um sorriso e disse melancolicamente. Eu nao irei, voce nao tem essa autoridade sob mim.Caso insista, terei seu cranio em minha coleção particular.Voce é igual a todos os demais coveiros que tentaram por um fim ao meu legado.Ele achava que aquilo era um legado, eu ria por dentro. Voces coveiros nao passam de vermes incapazes perto de minha imortalidade, e quando eu consigo matar um coveiro eu me torno mais forte e imortal. Pobre alma incapaz, disse lastimamente.Acho que voce nao deve saber quem eu sou, eu que enviei esses coveiros para tentar por um fim a isso que voce chama de legado.Porem, nao consegui.Nao pude descer até agora, pois voce sabe preciso de um contrato forte , muito mais forte que os meus servos precisaram para descer aqui.O vigor dessa alma fez com que o pacto sanguineo fizesse efeito e ca estou eu para terminar esse seu "legado", imortal imbecil, voces imortais recem-criados nao sabem lidar com sua imortalidade e começam a matar o proximo sem o seu tempo e fim tivessem chego. Vove levou o corpo dos meus melhores coveiros, agora estou aqui para devolver a honra de meus companheiros e vingar todas as mortes que voce cometeu até esse momento.Eu sou o dono do cemiterio .Meu nome como todos me chamam É whitness, eu sou a morte em pessoa e o melhor coveiro da regiao.Agora voce escolhe vira comigo ou nao?Eu devo alerta-lo eu nao sou qualquer coveiro, eu sou dono de um cemiteiro inteiro.Os cranios começaram a reagir com a minha presença e começaram a gritar em coro para a minha felicidade.A cada grito meus poderes infernais de coveiro aumentavam de vigor. -Calem-se cranios, voces me pertencem.-Ledo engano, meu jovem eles me pertecem esses coveiros sao meus, e nao de sua maldita coleção.O imortal tentou me confrontar e puxou seu cedro.Pobre alma, disse os cinco cranios decapitados, seus dias de imortalidade chegaram ao fim.Agora o Whitness ira por um fim nesse caso.Meus poderes puderam nos levar ao meu dominio e o ambiente do mar dos mortos começou a mudar de forma, fomos transfeiros para o meu cemiterio.Nesse momento os cincos cranios se desprenderam do cinto e conseguiram seus corpos novamente. O imortal começou a gelar, onde estou; aqui nao era o mar dos morto?-Não meu jovem, voce se enganou meus poderes de coveiro nos fizeram vir até o meu cemiteiro.Para eu poder por um fim nessa historia e voce poder descansar em paz.O poder do ancestral do mar dos mortos foi liberto, o imortal começou a perder vigor fisico e espiritual.Sua maldade perdeu padrao e ficou inconstante.Finalmente, ficara facil eu terminar isso;eu tirei a sua imortalidade e consegui dar o descanso ao imortal do lago que foi imediatamente reposto em seu local. Porque voce esta retirando o unico prazer a que tenho ainda?-Voce causou muitos problemas a mim, estou cansado de voce meu jovem.A sua alma me pertence agora e a esse cemiterio.Depois disso, eu peguei a minha foice e o mandei para a catacumba dos seres inexistentes, onde as piores almas vivem. Em uma noite de luar, decidi visita-lo para ver como estava indo a sua passagem ao mundo dos mortos.Ele estava deslumbrado com a noite e o cheiro de terra molhada.A cada dia no mundo dos encarnados, aquele velho anciao que fora devorado pelo ceifeiro de ossos contava a historia de um coveiro que terminou com um legado de um imortal que nao tinha limites.Esse imortal, hoje vive tranquilamente sua imortalidade ajudando as pessoas do vilarejo, e a alma do jovem lavrador fora recompensado tornando-se meu assistente de trabalho. Contos de um coveiro sem rumo

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