sachamoser/texto
Um velho lavrador, perdera sua familia para Santienne e quando soube que devorou um imortal nao teve escolha e decidiu fazer um pacto de sangue comigo para eu tentar resolver.Porem, muitos milenios se passaram até que esse senhor pudesse me contratar, pois precisava ter uma certa quantidade de tempo para que eu pudesse descer ao mundo dos vivos e o contrato sanguineo tinha que ser muito forte.A lamentação do homem foi tanta que o pacto foi feito. O legado do ceifero era muito conhecido por minha pessoa, um dos melhores casos que eu vira em toda a minha vida imortal, ele somente devorou o sobrevivente para ter a coleção que ele tanto admirava dos cranios e a alcunha de um dos piores assassinios da regiao. Em um final de tarde, logo apos eu ter visitado o lavrador Goltenn, avisei-lhe que depois que eu terminasse o meu serviço teria que levar a alma dos dois junto comigo para o cemiterio.O velho lavrador, nao tinha mais muito tempo de vida quando me contratou, mesmo tendo esse pouco tempo restante ele decidiu me seguir para depois ter o seu descanso eterno .Naquele dia fui sobrevoando o ceu em minha nuvem de poeira para chegar até o mar dos mortos.Porem, antes eu tinha que montar uma armadilha para que o ceifero pudesse vir até meu dominio.Preparei uma das minhas marionettes com fisionomia humana para atrair sua atenção.Alguns dias se passarao e nada do ceifeiro morder a isca.Eu estava ficando cansado de tanta espera quando finalmente avistei o ceifero tentando decepar o cranio da minha marionette.Quando ele me avistou tentei impor toda a minha autoridade em cima dele e explicar o porque eu estava ali.As minhas roupas escuras começaram a vibrar de ansiedade e a fazer sintonia com os cranios dos meus ceifeiros decepados por ele. A qyen devo essa visita, quando ele percebeu que o clima tinha mudado de sintonia.-Vim levar a sua alma imortal meu garoto para que ela tenha seu merecido descanso em meu cemiterio.O jovem mordeu seus labios sedendendos de sangue e disse. Voce nao podera me levar, eu devorei um imortal desse mar e todos aqueles que ja tentaram me levar para algum descanso eu dei um fim tambem.Nesse momento ele me mostrou seu cinturão de cranios, aquilo nao me surpreendeu, pois, para ele conseguir tal fama ele teve que matar diveros coveiros para manter a sua dignidade.Dessa maneira, fui chamado em um ultimo suspiro, pois meus colegas nao tinham conseguido finalizar direito esse serviço.Eu definitivamente queria esse caso, porem, como voces ja sabem precisei esperar um anciao cuja vitalidade estivesse no fim para poder descer a esse plano;eu só era chamado em casos especiais.Esse tempo levou aproximadamente algumas decadas, ate que esse mortal aparecesse e eu pudesse descer.O jovem imortal,conhecia todos aqueles procedimentos, e começou a rir quando viu minha foice e meu manto escuro.Ele ironicamente disse: Quem tinha feito o pacto consanguineo comigo.Eu ja esperava tal reação. senao ele nao teria conseguido toda essa fama e argumentei contra. -Voce vira comigo por bem ou por mal, caso contrario terei que o levar a força.O ceifero abriu um sorriso e disse melancolicamente. Eu nao irei, voce nao tem essa autoridade sob mim.Caso insista, terei seu cranio em minha coleção particular.Voce é igual a todos os demais coveiros que tentaram por um fim ao meu legado.Ele achava que aquilo era um legado, eu ria por dentro. Voces coveiros nao passam de vermes incapazes perto de minha imortalidade, e quando eu consigo matar um coveiro eu me torno mais forte e imortal. Pobre alma incapaz, disse lastimamente.Acho que voce nao deve saber quem eu sou, eu que enviei esses coveiros para tentar por um fim a isso que voce chama de legado.Porem, nao consegui.Nao pude descer até agora, pois voce sabe preciso de um contrato forte , muito mais forte que os meus servos precisaram para descer aqui.O vigor dessa alma fez com que o pacto sanguineo fizesse efeito e ca estou eu para terminar esse seu "legado", imortal imbecil, voces imortais recem-criados nao sabem lidar com sua imortalidade e começam a matar o proximo sem o seu tempo e fim tivessem chego.